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Oh bolas… Faleceu o Ray Manzarek – o teclista dos Doors…

Tchiii… Ontem partiu o grande mentor das melodias dos Doors…

vitormadeira.com - 2013-05-21 The Doors faleceu Ray Manzarek
Embora muitas vezes os Doors possam ser vistos apenas como a ‘obra’ do Jim Morrisson, a verdade é que era este senhor o grande ‘motor’ das melodias, dos riffs, dos refrões dos Doors… Faleceu ontem.

Na juventude ganhei especial empatia pelo álbum “Waiting for the Sun“, mas mais tarde pelo “L.A. Woman” onde Riders on the Storm marcou definitivamente o som de um ride (falo do prato de bateria, eh eh) que muitos bateristas passaram a desejar. (eu fui um deles)

Poucos saberão que os Doors poucas vezes tocavam com um baixista, e que o Ray fazia um autêntico jogo de pés e mãos ao tocar as malhas do baixo nas pedaleiras dos seus teclados… Ou que, desde 2002, quando resolveu reunir os Doors ‘de antigamente’, o baterista John Densmore simplesmente se recusou a aderir a semelhante ideia (facto que levou o Ray a uma autêntica dor de cabeça judicial por uso indevido do nome da banda).

Precisamente com este projecto dos ‘Doors of the 21st Century’ passou por quatro vezes cá em Portugal, e, acreditem ou não, eu não consegui aproveitar…

Para sempre ficarão temos como o Waiting for the Sun, Hello I love you, Love Street, Riders on the Storm, L.A. Woman, Hyacinth House (provavelmente o meu tema favorito no que respeito ao som das teclas dos Doors), etc…

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Fiquemos com Riders on the Storm, creio que é uma boa homenagem:

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Ok, não posso passar sem deixar Hyacinth House:

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Músicos com GARRA: Michael W. Smith – Agnus Dei

[Antes de comentar, gostaria de referir que, para perceber o meu texto de apreciação a este tema, considero ser necessário ouvir o som deste vídeo com o volume BEM ALTO (BASTANTE ALTO, por favor), seja através de colunas de som, seja através de auscultadores. E na medida do possível, que seja assistido longe da azáfama do dia-a-dia]

Para mim, este é um dos momentos musicais de sempre que mais me marcaram. Num trecho de 10 minutos de vídeo, o tema “Agnus Dei” (latim para “Cordeiro de Deus”) de Michael W. Smith é executado de uma forma que considero ter autenticamente “influência divina” pelo meio.

Assim, peço a vossa atenção para o intervalo no vídeo entre os 5m:13s e os 9m:6s, onde o cantor notavelmente deixa fluir o público, perdendo literalmente o controlo sobre a sua actuação musical. (e aqui, se possível, coloquem o som ainda mais alto!)

E é precisamente por este facto que, a meu ver, este tema merece um destaque especial.

Sim, o tema é marcadamente religioso, tratando-se de uma música de “adoração” Gospel de um cantor com influência cristã evangélica. Contudo, acredito que até mesmo os mais leigos e até os que se consideram completamente adversos às questões religiosas, não consigam ficar indiferentes a este verdadeiro momento musical tão especial.

Acredito que não estarei muito longe da verdade se disser que todos naquela sala onde decorreu este concerto, experimentaram algo que muitos de nós procuramos todos os dias… Quanto a mim, gostaria de ter lá estado e experimentado um pouco do mesmo, sem dúvida alguma. (como baterista de uma banda Gospel, é uma grande honra poder tocar de vez em quando este tema.)

O que se passou naquele pequeno pedaço de tempo (na verdade, um GRANDE pedaço de tempo para um tema musical como este) é algo que considero divinal!

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