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Feliz consumismo e próspera dívida nova

Feliz consumismo e próspera dívida nova

Feliz consumismo e próspera dívida nova

Aos leitores do meu blog, acredito que, à primeira vista, poderia parecer que a mensagem de desejo de boas festas contém algum tipo de erro, mas quero mesmo deixar claro para todos (que são obviamente sempre bem-vindos por aqui) que acredito que a festividade desta época carece um pouco mais de alerta do que aquilo a que estamos habituados.

Sinceramente desejo que o sentimento de união e reencontro para com as pessoas que vos são mais queridas possa ser uma realidade palpável, e que, a corrente desenfreada de consumismo em que (todos) temos deixado cair esta época possa começar a ser quebrada.

Que os sentimentos de fraternidade, amizade, companheirismo, amor, solidariedade, empatia e sobretudo, liberdade, possam ser realidade nas vidas de quem por aqui passa, sem necessidade de uma expressividade material exacerbada e vazia de valores.

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Por favor poupem-me à TRETA do “pai natal”!

 

Poupem-me à TRETA do ''pai natal''!

Poupem-me à TRETA do ”pai natal”!

Uma mentira não pode ser considerada mais ou menos mentira (ou maior ou menor mentira). Ou é uma mentira, ou é uma verdade. Neste aspecto não existem tons cinza entre o preto e o branco… Podem-me dizer que existem mentiras que têm maiores ou menores repercussões, o que até posso aceitar, mas são mentiras e ponto final.

Custa-me observar uma sociedade que se diz “evoluída”, “tolerante”, “moderna”, etc. mas que, quando chega à altura do Natal embarca no engano contra as crianças que são os adultos em potencial, os dirigentes das nações, os cidadãos que virão a ter as respetivas responsabilidades para decidir o seguimento de muitas das nossas vidas no futuro.

Depois, vimos queixar-nos dizendo que os nossos líderes não servem para tomar decisões ‘capazes’… Pudera, desde tenra idade começam logo por ser (literalmente) enganados por aqueles que teoricamente deveriam ser quem mais lhes deveria amar… (os seus pais, certo?)

NENHUM pai deveria sentir prazer ao mentir a um filho!

(e se tu que estás a ler este texto és daqueles que acham que contar a treta da história do ”pai natal” que desce pelas chaminés das casas e deixa presentes na noite de Natal dentro dos sapatinhos das criancinhas que se portaram bem durante o ano, então volta a ler o que escrevi no primeiro parágrafo deste artigo.)

Nestas alturas seria melhor olhar um pouco mais para oriente e tentar procurar um pouco mais do que inegavelmente são as bases da nossa sociedade…

Tenho uma filha com quase três anos, e fiquei muito triste ao saber que o infantário onde ela frequenta iria organizar a “ida à estação de correios local para entregar as cartas com os pedidos de prendas das meninas e dos meninos ao ”pai natal“… E o mais curioso, é que a instituição diz-se de inspiração católica (sendo que pertence à casa da misericórdia local, ainda por cima…)

O que se passa connosco? Porque descemos assim tanto?

Mas existe alguma forma de aceitar o que andamos a fazer com os nossos filhos, que são as pessoas de quem mais gostamos e que, teoricamente, deveriam ser os seres que mais verdade deveriam receber da nossa parte?

Ao falar com a educadora da sala da minha filhota, ainda fiquei mais perplexo, pois vejo que infelizmente, a história do ”pai natal” é transmitida como um dado adquirido de que há um “senhor velhinho muito gordinho que distribui presentes às criancinhas carenciadas” (provavelmente uma adaptação do venerado são Nocolau venerado em tempos idos pelos católicos) – mas parece que alguém se esquece de explicar onde encaixa a treta das renas voadoras…?

E para me tentarem fazer ver que é bom criar ilusões descabidas no imaginário das crianças, fazendo-lhes crer que essas mentiras são verdades, ainda tentam vir com histórias de que alguns dos modernos estudiosos da psicologia defendem este tipo de mentira para criar um imaginário saudável às crianças…. A esses supostos psicólogos, eu gostaria de os mandar ir a um certo sítio…

Então mas eu por acaso iria alguma vez aceitar que a minha filha embarcasse nessa tremenda mentira que é utilizar o edifício e as pessoas da estação de correios local (portanto uma coisa VERDADEIRA) para incutir uma MENTIRA no seu imaginário só porque os educadores da actualidade são incapazes de pensar um pouco pelas suas cabeças e usar a palavra “LENDA” para colocar a história do ”pai natal’ no lugar onde definitivamente deveria estar?

E sabem do mais curioso? Na época do Natal, bem ou mal, celebra-se o nascimento de Cristo (a meu ver, na data e com o propósito errados – mas infelizmente, é o que conseguimos obter desta sociedade) mas se eu tentar chegar perto das pessoas responsáveis nos infantários e lhes pedir para explicarem a história do nascimento de Cristo, ou para que passem um filme alusivo ao tema, então, aí, as conversas começam a ser mais breves, o assunto torna-se mais ‘pesado’, os semblantes fecham-se e a história começa a ser outra…

Pois, a conclusão a que chego é que os adultos que (infelizmente) se vêm obrigados a embarcar nestas tristes histórias, eles próprios são na verdade os que necessitam de um pouco de imaginário nas suas vidas, de forma a tentarem compensar as suas rotinas mais ou menos insatisfatórias…

Combater a verdade com a mentira nunca pode dar bom resultado. Esta pode ser uma batalha mais ou menos solitária, mas para mim, prefiro munir-me da verdade para com os que amo (ou melhor, para TODOS independentemente de gostar ou não deles) do que andar atrás de “filmes”…

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No dia em que todo o mundo anda às aranhas com outra treta, convencidos de que o calendário que o imperador Júlio César mandou criar em 48 a.C., que foi depois alterado pelo papa Gregório em 1582, poderia prever o fim do mundo, eu digo: Tudo tem um limite e para a mentira o limite tem que ter rédea ainda mais curta!

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Obrigado.

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O casamento do casal perfeito…

Era uma vez um homem perfeito que conheceu uma mulher perfeita.

Namoraram e um dia casaram-se. Formavam um casal perfeito.

Numa noite de Natal, seguia o casal perfeito por uma estrada deserta, quando viram alguém na berma a pedir ajuda.

Como eram pessoas perfeitas, pararam para ajudar.

Quem pedia ajuda era nada mais nada menos do que o Pai Natal, cujo trenó se tinha avariado.

Não querendo deixar milhões de crianças decepcionadas, o casal perfeito ofereceu-se para o ajudar a distribuir os presentes.

Então, o bom velhinho aceitou a boleia entrando no carro e assim foram os três.

Drasticamente, o carro teve um acidente alguns quilómetros a seguir e somente um dos três ocupantes sobreviveu.

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Pergunta:

– Quem foi o sobrevivente do trágico acidente?

 A mulher perfeita, o homem perfeito ou o Pai Natal?

 (lê mais abaixo)

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Resposta:

A mulher perfeita sobreviveu. Na verdade, só ela poderia ser a única personagem real desta história. Todos sabemos que o Pai Natal e o homem perfeito não existem.

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Agora:

Se és mulher, podes fechar esta janela, a piada acaba aqui.

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(os homens podem continuar a ler mais abaixo…)

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Pois bem, se Pai Natal não existe nem tampouco o homem perfeito, fica claro que quem conduzia o carro antes da fatalidade era a mulher – o que explica evidentemente o acidente.

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E se és mulher e leste até aqui, fica provada mais uma teoria:

As Mulheres são curiosas, metem o bedelho onde não são chamadas e são incapazes de seguir instruções.

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