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Bizarro mas verídico: Bono (vocalista dos U2) entrega 1,2% dos donativos para a caridade…

A fundação de combate à pobreza de Bono (vocalista da banda U2) não consegue explicar os seus resultados financeiros depois de ter sido revelado que apenas uma pequena percentagem do dinheiro que angaria atinge os mais necessitados.

A sua fundação ONE (organização sem fins lucrativos) recebeu quase 9,6 milhões de dólares em donativos em 2008, mas entregou apenas 283.000 dólares para boas causas (cerca de 1,2 por cento).

Os números publicados pelo New York Post também mostram que cerca de 5,1 milhões de dólares foram usados para pagar salários da equipa de 120 funcionários que compõe a Fundação ONE (uma média de 42.500 dólares por cada funcionário da fundação).

A tournée 360 que chegou ao fim como a mais lucrativa da história dos U2, com cerca de 376 milhões de dólares de lucro, fez os U2 encabeçarem a lista dos músicos que mais facturaram no último ano em todo o mundo.

Sabe-se que Bono está agora prestes a arrecadar mais cerca de mil milhões de dólares após o seu investimento de 220 milhões de dólares no Facebook há cerca de dois anos (verifiquem aqui) pois a famosa rede social que entretanto foi reavaliada em cerca de 65 mil milhões de dólares, fez com que a participação de Bono multiplicasse para valores astronómicos.

Para ler mais aqui.

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Portugal na falência: Como funcionam as cadeias de Grande Distribuição (hipermercados)

Encontrei um debate no Facebook que me deixou curioso… Pedi autorização ao autor da primeira mensagem, e estou a copiar na integra o seu texto:

Como funcionam as cadeias de Grande Distribuição

1. Exigem aos fornecedores contratos de fornecimento na base de 40.000 euros

2. Exigem aos fornecedores que lhes paguem o espaço que os artigos ocupam em lugares de destaque.

3. Exigem aos fornecedores repositoras e demonstradoras para venderem os artigos, pagos pelos fornecedores.

4. Exigem aos fornecedores que lhes paguem os folhetos

5. Exigem aos fornecedores que lhes paguem o espaço de eventuais expositores que queiram colocar nas lojas.

6. Colocam á venda os produtos muito abaixo do custo estrangulando a margem dos produtores e fornecedores.

7. Beneficiam de descontos de campanha.

8. Beneficiam de protecção de stock.

9. Têm Benefícios Ficais na Missão Sorriso.

10. Beneficiam com os Bancos Alimentares contra a Fome.

11. Beneficiam de apoio das autarquias em troca de mais valias.

Não é por mero acaso que o Algarve é a zona do país onde aumentou mais o desemprego, nem é por mero acaso que a agricultura e pescas estão em insolvência, é completamente impossível a qualquer PME ou ME trabalhar sem regulação de mercado.

Nota: Texto da autoria de Rui Manuel Branco

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Portugal na falência: Alberto João Jardim reconhece que fez ‘falcatrua’ na ilha da Madeira

Há coisas que me deixam fora do sério… Vou usar-me do meu direito à indignação para deitar cá para fora o que sinto sobre algo que considero ser grave… Ou melhor: muito grave!

Prestem bem atenção ao que é dito a partir dos 32 segundos do seguinte vídeo:

Primeiro, o jornalista que assina a peça diz: “Depois de garantir que não havia dívida oculta, Jardim reconheceu que não foi totalmente transparente com o estado para não ser prejudicado pelo governo socialista.

Logo a seguir, a partir dos 40 segundos do vídeo, ouve-se (e vê-se) claramente Alberto João Jardim a dizer:

O Sócrates, o Teixeira dos Santos e o seu deputado Maximiano que fez esta pouca vergonha toda à Madeira, tinham uma lei em que o governo da república podia aplicar sanções sobre o governo regional, se o governo regional continuasse com obras a fazer dívida porque eles não nos queriam dar o dinheiro e não nos autorizavam a fazer dívida.

E foi por isso, que não era aconselhável [dizer que havia dívida], porque eles ainda nos tiravam mais dinheiro se andássemos a mostrar o jogo todo ao governo socialista que não era sério e nós estávamos em estado de necessidade e por isso agimos em legítima defesa.

Pegando nisto tudo, permitam-me colocar estas questões:

  • Pretendem os portugueses dar uma imagem de seriedade “lá para fora”?
  • Estamos mesmo no século 21?
  • Se as regras do jogo são assim, porque não temos nós algarvios direito a uma regionalização que nos permita fazer o mesmo tipo de trapaças que se passam naquela ilha? (sim, direitos iguais!)
  • Ainda existem dúvidas de que nós portugueses, somos um povo ingovernável por portugueses? (ou seja, a cada 30 anos, só à lei da troika e com muito sofrimento por parte dos pagadores de impostos é que isto “lá vai”?)

Sou e gosto de ser português, mas estas coisas levam-me a questionar seriamente o sentido patriótico que ainda tente residir dentro de mim…

Contudo, reconheço que é coisa rara em Portugal ver um político a admitir de forma pública que errou!

 

Por último: Senhores críticos e comentadores políticos: será assim tão difícil verificar porque é que o povo está de costas viradas para os partidos políticos…? Será assim tão difícil explicar os movimentos do tipo “Verdadeira Democracia” que alastram quer na península Ibérica, quer pela Europa fora?

Para quem só agora sintonizou este canal

O que se passa e que me leva a ficar indignado com esta situação que descrevo acima é o facto do meu país estar literalmente com a corda na garganta, e este tipo de notícias vir a público…

Alberto João jardim é um político português que exerce o cargo de presidente do governo da região autónoma da Madeira.

Em 2006, o então primeiro-ministro português José Sócrates anunciara a necessidade de fazer aprovar uma lei que proibisse o endividamento excessivo naquela ilha, depois do endividamento em cerca de 150 milhões de euros detectado na Madeira pelo Ministério das Finanças.

José Sócrates então afirmou: “é altura de dizer basta” e fez lembrar que o governo regional havia sido avisado, já por duas vezes, pelo Ministério das Finanças, e que não estava autorizado a contrair o empréstimo de 150 milhões de euros que reivindicava pelo facto disso agravar a política de controlo das finanças públicas de todo o país.

E para perceber porque é que só agora se vê tanta água a correr pelo regato:

Presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, ficou “surpreendido” com as dívidas ocultas da Madeira, que o Banco de Portugal e o Instituto Nacional de Estatística não conheciam. Dívidas escondidas atingem 571 milhões de euros, sendo que há ainda 290 milhões em débito, relativos a juros de mora.

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Gestores dos CTT usam carros da empresa, mas não são funcionários da empresa

Administradores de topo, andam quilómetros a mais nos Audis e Mercedes da empresa, e quem paga o excesso são os CTT!

Os carros de quatro administradores dos CTT circularam para lá da conta durante dois anos. Três Audi e um Mercedes percorreram a quase totalidade dos quilómetros previstos para quatro anos e isso vai custar quase mais 13 mil euros à empresa.

Um documento do Conselho de Administração dos CTT admite que existem «significativos desvios no que diz respeito às quilometragens previstas», cita o jornal «i» na sua edição desta quarta-feira.

Dois dos Audi já percorreram 96% e 94% dos quilómetros estimados para quatro e não para dois anos. O outro veículo da mesma marca 72% e o Mercedes 70%.

A derrapagem na quilometragem daqueles automóveis está cifrada em 76.300 euros, mais 12.900 euros do que fora projectado. Este valor vai sair do bolso dos CTT e não dos administradores.

Ora o facto de serem os CTT a pagar os excessos dos quatro administradores vai contra as regras da empresa: quando um funcionário anda mais do que deve de carro, terá de ser ele a responsabilizar-se pelos quilómetros extra.

Mas os gestores, argumenta a CP, não têm o estatuto de funcionários e, por isso, «as regras da empresa não lhes são aplicáveis».

(fonte)

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