Curiosidades

Por favor poupem-me à TRETA do “dia das mentiras”!

vitormadeira.com - 2013-04-01 Dia das mentiras - triste dia!

Uma ‘mentira pequena’ é tão mentira como uma ‘mentira grande’.

Se há coisa que me custa, é saber que milhares de seres humanos como eu foram perseguidos, maltratados, humilhados ou até MORTOS por proferirem a VERDADE, logo, se há dia que decido NÃO RECONHECER, será um “dia das mentiras”

Obrigado.

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Bizarro mas verídico: O Pingo Doce do meu…

vitormadeira.com - 2013-03-22 Saco reutilizável no Pingo Doce 01(Esta vai para os fervorosos contestatários do acordo ortográfico de 1992…)

“Sois alma e vida minha
Pingo Doce do Continuar a ler

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Dia do pai 2013 – Ou como tenho uma ‘personal trainer’ em casa e nem sabia…!

Dia do pai 2013

Pronto, aqui está o mais surpreendente relatório que recebi para me inteirar acerca da minha forma física

Então diz este relatório que o Pai é bom, e…? Querem ler o relatório, é? Continuar a ler

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Vale por mil palavras – Google Streetview chega a Portimão

vitormadeira.com - 2013-03-07 Google Streetview chega a Portimão
Notícia acabadinha de sair!

Para quem não sabe, o ‘Streetview‘ (que, traduzindo para português significa literalmente “vista de rua”) é uma das funcionalidades dos mapas na internet da Google (Google Maps) e que nos permite visualizar as ruas das cidades como se estivéssemos a conduzir um veículo pelas suas ruas.

Para conseguir este feito, a Google coloca centenas de automóveis (em Portugal, com o apoio da Opel/General Motors) a fotografar cada uma das ruas das nossas cidades, numa tarefa hercúlea, possibilitando-nos, por exemplo, preparar uma viagem a um local distante sem que tenhamos que sair do conforto da nossa secretária, em frente ao computador.

Ora, há cerca de 2 anos que já tínhamos Lisboa, Porto e mais algumas cidades, mas o resto do país, embora já tivesse sido fotografado, estava ainda pendente da resolução do problema da privacidade, uma vez que diversas pessoas apresentaram queixa à Comissão Nacional de Protecção de Dados, mostrando o seu descontentamento perante as suas fotografias que passavam a estar disponíveis de forma pública na internet sem a sua autorização.

Agora, o Streetview chega a quase todo o país (incluindo o nosso Algarve e Portimão em particular) e, para que isto fosse possível, a Google teve que criar uma forma de desfocar todas as faces das pessoas fotografadas (o que, para muitos ainda não é ainda uma garantia de solucionar o problema)  mas aparentemente, terá sido suficiente para a Comissão Nacional de Protecção de Dados autorizar a publicação.

Assim, e por exemplo, para Portimão, temos agora a possibilidade de fazer uma breve viagem no tempo e voltar atrás para verificar como andavam as coisas por cá há cerca de 2 anos atrás (será fácil detectarem a idade das fotos ao passarem, por exemplo, na zona do Centro Comercial Aqua – vejam aqui).

Os mais cuscos, poderão também dedicar-se a procurar cenas insólitas como a que alguém já encontrou no distrito de Viseu, perto de Castro D’Aire, onde… (enfim, deixo para quem for mais curioso a decisão de seguir para aqui)

E vocês, já passaram pelo Google Streetview para tentar encontrar alguma situação mais caricata?

Ou já conseguiram encontrar os vossos amigos ou familiares (ou quem sabe, vós próprios) nas fotografias de rua tiradas pelos carros da Google?)

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1461 dias…

1461 dias completados hoje

…completados hoje pelas 9h55.

É a melhor coisa desta vida!

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Bizarro mas verídico: Um autocarro como fontanário público…

vitormadeira.com - 2013-02-21 Autocarro transformado em fontanário publico - acidente água Turquia

A imagem parece retirada de um filme do festival de cinema fantástico do Porto, certo?

Mas não é! É mesmo verídico! (na Turquia)

O autocarro embateu contra uma boca de incêndio e o resultado é o que podem ver no vídeo abaixo:

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Vale por mil palavras – O Algarve com a amendoeira em flor

vitormadeira.com - 2013-02-04 Um Algarve em vias de extinção (casa algarvia com amendoeira em flor)

Um Algarve em vias de extinção (casa algarvia com amendoeira em flor)

A foto que hoje proponho certamente que diz muito a muitos algarvios, acredito que sim.

Infelizmente, é uma imagem dificilmente reproduzível nos dias de hoje de forma mais ‘natural’ (atualmente quase ninguém usa cal para caiar as suas paredes, por exemplo), mas, para quem uma vez ou outra decida dar um passeio por esse Barrocal fora, ainda é possível encontrar algo semelhante entre finais de dezembro e meados de fevereiro.

Como portimonense com raízes profundamente marcadas pela vida rural da zona de Alcalar e arredores, esta é uma imagem (ainda) bem presente na minha memória, que me traz a recordação dos invernos soalheiros com as amendoeiras em flor nos campos circundantes a fazer lembrar a lenda das amendoeiras em flor.

A título de sugestão, gostaria de deixar um sincero pedido a todas as pessoas com responsabilidades em decidir o ajardinamento das vias públicas (principalmente na minha Portimão, mas também nas outras cidades e vilas algarvias) o porquê de não dar um pouco mais de primazia a árvores como a amendoeira, a alfarrobeira, a palmeira anã, a oliveira, a figueira, etc. como árvores tipicamente relacionadas com o Algarve para efeitos de embelezamento urbano?

Tome-se como exemplo todas as palmeiras que dominam toda a extensão da avenida V3, bem como toda a zona ribeirinha na margem direita do rio Arade em Portimão: o que nos diferencia de tantas outras urbes que se pretendem ‘turísticas’ e que seguiram o mesmo exemplo? Ao colocar-me no lugar de um qualquer estrangeiro que visite a minha terra, rapidamente concluo que, de fora, qualquer um pensará rapidamente que o Algarve copiou uma qualquer urbe ribeirinha tropical, seja ela africana, sul-americana ou até asiática… (o que nos diferencia então?)

Seria ou não muito mais interessante ter um postal algarvio a correr mundo com uma imagem dominada por amendoeiras, alfarrobeiras, figueiras, etc. a dominar a paisagem urbana? Acredito que isso seria uma mais valia para ajudar a combater de certa forma a sazonabilidade que caracteriza o negócio turístico do Algarve. Acredito que quem vem de fora levaria essa imagem na sua memória, criando um genuíno desejo por parte de outros em visitar e conhecer um verdadeiro Algarve mais ligado às suas raízes e tradições…

O que acham?

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Live to ride, ride to live

Night moto rider (by toooomelo)

Não existe uma tradução literal na língua portuguesa que consiga passar perfeitamente a máxima tornada universal pelos norte-americanos e que designa a paixão que é andar de mota. Contudo, atrevo-me a sugerir um aportuguesado “Vivo para andar de mota, ando de mota para viver” (e sim, convenhamos que não é tão musical como o original…)

A paixão das motas é algo que dificilmente se explica por palavras, mas quem sabe o que é sentir na própria face a força do vento a contrariar a potência dos “cavalos” que movem um motor de quatro tempos de uma qualquer mota digna deste nome, ou a força que os braços necessitam de fazer para tomar o controlo quando a velocidade por vezes, de forma como que involuntária, pede para ultrapassar os limites legais, ou até o jogo de cintura exigível para fazer rotundas ou curvar em piso molhado, ou quem sabe, apenas sentir os diversos aromas campestres no decurso de um ou outro passeio mais ou menos longínquo, sabe do que falo.

Ainda me recordo dos primeiros tempos em que, movido pela paixão adolescente de “andar de mota” e ao mesmo tempo de “tentar impressionar as moças”, resolvi adquirir uma mota para deleite da paixão que corria pelas veias.

E nem foi necessário procurar muito… Se não me falha a memória, estaríamos em 1996 ou 1997, quando uma Yamaha Virago XV 535 vinda de outras “corridas” aparece como que uma perfeita ocasião caída sabe-se lá bem de onde, já com todas as modificações que um motard poderia exigir…

Ele era o escape quase praticamente livre, depósito e laterais pintadas com motivos condizentes com o sentido nómada que norteia o estilo de vida motard (o índio guerreiro, o lobo “solitário” e o casalinho de noivos indios apaixonados a presidir ao enquadramento artístico no topo do depósito de gasolina…) Um guiador com mais de 40 cm de altura, e um aumento generoso no garfo de direcção com apliques adicionais ao farolim, finalizados com um par de pedais para apoio dos pés em viagens mais longas, tal qual uma espécie de “Harley Davidson para pobres”, fizeram os olhos de um jovem algarvio brilhar, tais eram os sonhos com as possíveis “voltinhas” que daí em diante se tornariam uma realidade.

Foi “batizada” de Sasha, e, embora tenha sido um deleite nesses idos tempos de juventude, hoje a idade faz-me olhar de forma mais amadurecida para uma paixão que, embora aliciante, requer as devidas precauções. Creio até mesmo que, em breve, alguém virá a ser um feliz terceiro dono da Sasha, para, algures por este Algarve fora (ou quem sabe, mais além) dar asas à sua paixão de levar com o vento na cara…

Conduzir uma mota, principalmente numa região tão generosa em dias solarengos como é o Algarve,  é sem dúvida alguma um prazer que tive o privilégio de experimentar em primeira mão, e que, daria pano para mangas se mais um ou dois companheiros que apreciem a mesma paixão se juntassem em redor de uma bela bebida geladinha numa qualquer esplanada, quem sabe, à beira da falésia da Praia da Rocha?

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Por favor poupem-me à TRETA do “pai natal”!

 

Poupem-me à TRETA do ''pai natal''!

Poupem-me à TRETA do ”pai natal”!

Uma mentira não pode ser considerada mais ou menos mentira (ou maior ou menor mentira). Ou é uma mentira, ou é uma verdade. Neste aspecto não existem tons cinza entre o preto e o branco… Podem-me dizer que existem mentiras que têm maiores ou menores repercussões, o que até posso aceitar, mas são mentiras e ponto final.

Custa-me observar uma sociedade que se diz “evoluída”, “tolerante”, “moderna”, etc. mas que, quando chega à altura do Natal embarca no engano contra as crianças que são os adultos em potencial, os dirigentes das nações, os cidadãos que virão a ter as respetivas responsabilidades para decidir o seguimento de muitas das nossas vidas no futuro.

Depois, vimos queixar-nos dizendo que os nossos líderes não servem para tomar decisões ‘capazes’… Pudera, desde tenra idade começam logo por ser (literalmente) enganados por aqueles que teoricamente deveriam ser quem mais lhes deveria amar… (os seus pais, certo?)

NENHUM pai deveria sentir prazer ao mentir a um filho!

(e se tu que estás a ler este texto és daqueles que acham que contar a treta da história do ”pai natal” que desce pelas chaminés das casas e deixa presentes na noite de Natal dentro dos sapatinhos das criancinhas que se portaram bem durante o ano, então volta a ler o que escrevi no primeiro parágrafo deste artigo.)

Nestas alturas seria melhor olhar um pouco mais para oriente e tentar procurar um pouco mais do que inegavelmente são as bases da nossa sociedade…

Tenho uma filha com quase três anos, e fiquei muito triste ao saber que o infantário onde ela frequenta iria organizar a “ida à estação de correios local para entregar as cartas com os pedidos de prendas das meninas e dos meninos ao ”pai natal“… E o mais curioso, é que a instituição diz-se de inspiração católica (sendo que pertence à casa da misericórdia local, ainda por cima…)

O que se passa connosco? Porque descemos assim tanto?

Mas existe alguma forma de aceitar o que andamos a fazer com os nossos filhos, que são as pessoas de quem mais gostamos e que, teoricamente, deveriam ser os seres que mais verdade deveriam receber da nossa parte?

Ao falar com a educadora da sala da minha filhota, ainda fiquei mais perplexo, pois vejo que infelizmente, a história do ”pai natal” é transmitida como um dado adquirido de que há um “senhor velhinho muito gordinho que distribui presentes às criancinhas carenciadas” (provavelmente uma adaptação do venerado são Nocolau venerado em tempos idos pelos católicos) – mas parece que alguém se esquece de explicar onde encaixa a treta das renas voadoras…?

E para me tentarem fazer ver que é bom criar ilusões descabidas no imaginário das crianças, fazendo-lhes crer que essas mentiras são verdades, ainda tentam vir com histórias de que alguns dos modernos estudiosos da psicologia defendem este tipo de mentira para criar um imaginário saudável às crianças…. A esses supostos psicólogos, eu gostaria de os mandar ir a um certo sítio…

Então mas eu por acaso iria alguma vez aceitar que a minha filha embarcasse nessa tremenda mentira que é utilizar o edifício e as pessoas da estação de correios local (portanto uma coisa VERDADEIRA) para incutir uma MENTIRA no seu imaginário só porque os educadores da actualidade são incapazes de pensar um pouco pelas suas cabeças e usar a palavra “LENDA” para colocar a história do ”pai natal’ no lugar onde definitivamente deveria estar?

E sabem do mais curioso? Na época do Natal, bem ou mal, celebra-se o nascimento de Cristo (a meu ver, na data e com o propósito errados – mas infelizmente, é o que conseguimos obter desta sociedade) mas se eu tentar chegar perto das pessoas responsáveis nos infantários e lhes pedir para explicarem a história do nascimento de Cristo, ou para que passem um filme alusivo ao tema, então, aí, as conversas começam a ser mais breves, o assunto torna-se mais ‘pesado’, os semblantes fecham-se e a história começa a ser outra…

Pois, a conclusão a que chego é que os adultos que (infelizmente) se vêm obrigados a embarcar nestas tristes histórias, eles próprios são na verdade os que necessitam de um pouco de imaginário nas suas vidas, de forma a tentarem compensar as suas rotinas mais ou menos insatisfatórias…

Combater a verdade com a mentira nunca pode dar bom resultado. Esta pode ser uma batalha mais ou menos solitária, mas para mim, prefiro munir-me da verdade para com os que amo (ou melhor, para TODOS independentemente de gostar ou não deles) do que andar atrás de “filmes”…

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No dia em que todo o mundo anda às aranhas com outra treta, convencidos de que o calendário que o imperador Júlio César mandou criar em 48 a.C., que foi depois alterado pelo papa Gregório em 1582, poderia prever o fim do mundo, eu digo: Tudo tem um limite e para a mentira o limite tem que ter rédea ainda mais curta!

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Obrigado.

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Hoje FINALMENTE eliminei a minha conta no Hi5

A sério, já não dá para suportar coisas inúteis hoje em dia…

Já não usava a conta há mais de 2 ou 3 anos (sim, é verdade!) mas as mensagens de email que, volta e meia iam chegando a convidar para jogar o jogo X ou o jogo Y já me estavam a dar água pela barba. :/

E vocês? Espero que se sintam motivados a fazer o mesmo ao lerem isto! 😉

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Por favor poupem-me à TRETA do halloween!

Por favor poupem-me à TRETA do halloween!

Obrigado.

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Bizarro mas verídico: Deputado comunista português cita a Bíblia para confrontar governo

Há coisas que não se vêm (ou se ouvem) todos os dias… (puxem para os 1m50s para abreviar)

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O deputado comunista (Partido Comunista Português) Bernardino Soares cita o Levítico, um dos livros do Antigo Testamento da Bíblia para confrontar o ministro dos negócios estrangeiros Paulo Portas (pertencente ao Partido do Centro Democrático Social de cariz “democrata Cristão”) para demonstrar que a actual situação vivida em Portugal (empréstimo de auxílio ao pagamento da dívida externa do país condicionado ao pagamento de juros elevadíssimos sobre o mesmo – considerado por isso usura sobre o povo) que é possível renegociar com os credores uma situação mais sustentável.

Haja FÉ! Com sinais destes, quem duvida que muito mais ainda está para vir? 😉

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Pensamento para a semana 42 de 2012

Pensamento para esta semana:

Quando perceberes que, para poderes produzir tens que obter autorização dos que não produzem nada;

Quando reparares o dinheiro a fluir para quem negoceia não com bens, mas com favores;

Quando reparares que os homens ficam ricos pelo suborno e por influência, e não pelo próprio trabalho, e que as leis não te protegem deles, antes os protegem a eles de ti;

Quando observares a corrupção a ser recompensada e a honestidade a converter-se em auto-sacrifício;

Então poderás constatar que a tua sociedade está condenada“.

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Ayn Rand – escritora e filosofa de origem russa (1905-1982)

Nota: texto original publicado de 1920.

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Bizarro mas verídico – Um facto curioso sobre a antiga ditadura portuguesa de Salazar

O ditador António de Oliveira Salazar comparável a uma maçã podre na capa da revista TIME (22 Jul 1946 - EUA)

O ditador Salazar comparável a uma maçã podre – Revista Time de Julho de 1946 (EUA)

Neste blog não pretendo manifestar intenções políticas (até porque não tenho qualquer tipo de vínculo com qualquer partido político seja ele qual for) mas como cidadão de uma república democrática que sou, exerço o meu direito de livre expressão das minhas opiniões pessoais neste meu pequeno cantinho da internet.

O que hoje pretendo compartilhar é algo que creio que todos os cidadãos deste país deveriam tomar conhecimento. É um pouco de história de Portugal, embora seja uma das partes da história do nosso país menos conhecida (e de certa forma menos apetecível de conhecer…)

Durante mais de 40 anos Portugal viveu debaixo de uma ditadura dirigida por António de Oliveira Salazar. Muitas ainda hoje são as vozes dos que sentiram na pele horrores das imposições que o regime político de então exercia sobre o povo, e creio que a memória do país nunca poderá esquecer este aspecto.

Contudo, e não pretendendo minimamente ser o defensor do demónio, creio ser importante olhar de forma diferente para alguns aspectos que o regime considerava importantes para a difícil tarefa que é dirigir um país pequeno e pobre como era então (e por incrível que possa parecer – ainda o é hoje!) Portugal:

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(parte da) Constituição do Estado Novo (11 de Abril de 1933*)

Artigo 114

“São crimes de responsabilidade os actos dos ministros e sub-secretários de Estado e dos agentes do Governo que atentarem:

  1. Contra a existência política da Nação;
  2. Contra a Constituição e o regime político estabelecido;
  3. Contra o livre exercício dos direitos políticos e individuais;
  4. Contra a segurança interna do País;
  5. Contra a probidade da administração;
  6. Contra a guarda e emprego constitucional dos dinheiros públicos;
  7. Contra as leis da contabilidade pública.

Ponto Único: A condenação por qualquer destes crimes envolve a perda do cargo e a incapacidade para exercer funções públicas.”

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Após o golpe de estado de 25 de Abril de 1974, o artigo seria apagado da nova Constituição (em 1976) surgindo apenas – 11 anos depois – a lei n.º 37 de 1987, designada como Lei de “Crimes de Responsabilidade dos Titulares de Cargos Políticos“. Contudo, esta mesma lei não permite a punição da gestão danosa, da infidelidade na condução dos negócios públicos nem os gastos que podem conduzir à insolvência negligente do Estado. A única punição realmente “visível” que se conhece para os titulares (e ex-titulares) de cargos políticos, no que respeita aos crimes acima citados é… A perca de eleições!

Seria por isso, impossível, acontecer em Portugal o que actualmente se passa na Islândia. (julgar um ex-primeiro-ministro por ter arruinado o país, por exemplo) Mas deveríamos nós (povo de um país democrático) exigir semelhante artigo de volta na actual constituição em vigor?

Que se desenganem os ávidos leitores deste blog que eventualmente possam confundir este pequeno artigo com uma hipotética defesa (fosse de que forma fosse) da antiga ditadura de Salazar! Não o estou a fazer! Ainda creio que a Democracia, embora ela própria também cheia de defeitos e vicissitudes, ainda é o melhor regime político de que se tem conhecimento que nos permita exercer a o direito à livre expressão – de forma realmente livre. O que pretendo é recordar um pouco da história de algo que se julgava 100% mau, mas que, na verdade, pode ter reais lições para a actualidade (e um pouco mais além!)

E para ti que és pai ou que és responsável pela educação de menores, usa este pequeno ensaio para conseguires revelar de forma mais vincada a verdadeira razão do imperativo de que é ter de se estudar história. A memória popular é muito volátil, e é sabido que, a muitos sabe-lhes bem essa volatilidade, conforme os seus interesses, pelo que não será difícil concluir que os erros do passado cujos factos estão esquecidos, poderão ser actualmente repetidos com grande dano para todos nós…

Não deixemos que interesses escalavrosos alheios atentem contra direitos que nos assistem a nós e aos nossos.

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Notas:

  • A constituição do Estado Novo (Constituição Política da República Portuguesa) entrou em vigor a 11 de Abril de 1933 tendo sido publicada no Diário do Governo a 22 de Fevereiro do mesmo ano (consultar online). Foi substituída pela actual Constituição da República Portuguesa que entrou em vigor a 25 de Abril de 1976.
  • A fotografia de Salazar na revista TIME é verídica e foi publicada 22 de Julho de 1946, tendo sido proibida a sua distribuição em Portugal pelos serviços de censura do regime de então.
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Músicos com GARRA: Muse – Take a bow

Não há muito tempo que tenho andado a descobrir com um pouco mais de detalhe a obra musical dos Muse e sinceramente pergunto-me porque é que só agora tomo conhecimento de certos detalhes?

Take a bow é o tema de abertura do álbum “Black Holes and Revelations” (2006) e creio que muitos de nós temos andado completamente ao lado da mensagem tão explícita que nos é proposta neste tema.

Em 2008 os Muse estiveram em Portugal, actuando no festival Rock in Rio (parque da Bela Vista em Lisboa) e terminaram o concerto com este tema. Eis o video:

Com uma mensagem tão clara (e ao mesmo tempo tão explícita) na letra da canção, resolvi traduzir para o português:

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=== Muse – Take a bow (portugês) =========
Corrupto,
Seu corrupto,
Trazes corrupção a tudo o que tocas

Sustém-te,
Eis-te a ti,
E eis-te perante todos por tudo o que fizeste

E magia,
Lanças feitiços,
Lanças feitiços sobre o país que diriges

E arriscar,
Vais arriscar,
Vais arriscar todas as suas vidas e as suas almas

E arde,
Vais arder,
Vais arder no inferno, sim, vais arder no inferno,
Sim, vais arder no inferno (x 2)
Pelos teus pecados

E a nossa liberdade a consumir-se em si própria,
O que nos tornámos,
É contrário aquilo que queríamos

Prosterna-te!

Morte,
Trazes morte e destruição a tudo o que tocas

Paga,
Tens que pagar,
Tens que pagar pelos teus crimes contra a terra!

Sim, as bruxas!
Alimentas as bruxas,
Alimentas as bruxas do país que amas!

Agora implora!
Vais implorar!
Vais implorar pelas suas vidas e pelas suas almas!

Agora arde!
Vais arder!
Vais arder no inferno, sim, vais arder no inferno
Sim tu vais arder no inferno (x4)
Pelos teus pecados
=================================

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Para mim, são uns músicos com GARRA e trazem uma mensagem sobre a qual impera meditar…

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