História e Acontecimentos

Alma do tempo – O que se diz por aí… (setembro 2011)

Eis uma nova “rúbrica” neste blog… Será curioso ‘voltar atrás’ no tempo daqui a uns anos e ver o que se dizia por aí…

‘Governantes dos últimos 10 anos deviam ser julgados’

Jogos Sociais e património da Santa Casa entram no Orçamento do Estado

Satélite da NASA incontrolável chega à Terra sexta-feira

Jornal «LA Times» elogia obra de Manoel de Oliveira

Primeiro filme de Manoel de Oliveira foi há 80 anos

A China “está a comprar a Europa”, alerta estudo europeu

Portugal é o país da Europa com mais autoestradas

Portimão vai ter novo posto de turismo no centro da cidade

Angela Merkel (chanceler alemã) sugere perda de soberania para quem não cumprir critérios de estabilidade

Ministros polacos rezam para que União Europeia não se desmorone

Vale tudo caralho” – Uma nova marca japonesa de roupa para jovens

PSD acusa Câmara Municipal de Portimão de querer vender edifício que já não lhe pertence

(Portimão) Carros de volta à Casa Inglesa

Cesária Évora põe fim à carreira por motivos de saúde

Cuba autoriza compra e venda de carros

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Em terras de Sua Majestade: A muralha de Adriano

Esta era uma visita que não poderia deixar de fazer, uma vez estou na região de Newcastle.

Trata-se de um dos principais monumentos deixados pelos Romanos no seu imenso império ‘além-fronteiras’, e é relativamente pouco falado nos dias de hoje. Refiro-me à muralha de Adriano.

Quando se ouve falar em muro (ou muralha) rapidamente nos recordamos da grande muralha da China, uma obra de engenharia milenar construída pelos Chineses certamente impressionante…

Contudo, aqui “bem perto de nós”, (na actual União Europeia) temos uma obra que, como já disse acima, é relativamente pouco falada, mas que impressiona também ela pela sua grandiosidade, sabendo que foi construída há cerca de 1900 anos atrás.

No século II o Império Romano encontrava-se em expansão militar, porém, o imperador Adriano.chegou à óbvia conclusão de que a manutenção da expansão em todas as direcções do Império era inviável, pelo que decidiu, com base na enorme ameaça continuamente existente naquela fronteira, que seria necessário manter o que já havia sido conquistado.

Determinou assim iniciar a construção de uma muralha, ou seja, uma estrutura defensiva com a função de prevenir as constantes tentativas militares por parte das tribos que habitavam a Escócia – os Pictos e os Escotos (denominados de Caledónios pelos romanos)

Com cerca de 118 quilómetros de comprimento ligando o actual Mar do Norte (na foz do rio Tyne / Newcastle) até ao Mar da Irlanda (zona oeste da Cúmbria), com três metros de largura e seis de altura, foi construído durante 6 anos pelos próprios soldados romanos de serviço na região que utilizaram como materiais de construção vários milhões de toneladas de pedra, terra e madeira retirados ao longo dos terrenos circundantes à obra.

Para podermos ter uma melhor ideia da extensão do muro, poderíamos comparar com a extensão da fronteira entre o nosso Algarve e o Alentejo mais ou menos entre Odeceixe e Alcoutim.

Ainda hoje, a muralha contém a maior parte dos monumentos romanos deixados na Grã Bretanha em melhor estado de conservação, pelo que, toda a zona é uma área de grande atracção turística, podendo-se encontrar ao longo dos 118 km de extensão diversos fortes, castelos e atalaias, que chegaram a movimentar então mais de 18.000 soldados.

Fora de série!

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13 de Julho – HOJE é o dia internacional do Rock!

É uma boa data para justificar umas batucadas, certo?

A minha escolha para ajudar a comemorar é:

Um pouco sobre o dia mundial do Rock:

Em 13 de julho de 1985, decorreu o Live Aid, um espectáculo musical de cariz humanitário, que ocorreu em simultâneo em Londres (Reino Unido) e em Filadélfia (Estados Unidos) com o pretexto de tentar alertar para a problemática da fome na Etiópia.

Contou com a presença de artistas como The WhoStatus QuoLed ZeppelinDire StraitsMadonnaQueenJoan BaezDavid BowieBB KingMick JaggerSting,ScorpionsU2Paul McCartneyPhil Collins (que tocou em ambos os palcos), Eric Clapton e Black Sabbath.

Com transmissão em directo pela BBC para diversos países, avivou o debate internacional o crescente problema da miséria no continente africano.

20 anos depois, em 2005, o mesmo Bob Geldof organizou o Live 8, uma nova edição com uma maior estrutura e concertos em mais cidades espalhadas pelo mundo, cujo objetivo principal, era o de pressionar os líderes do G8 para o perdão da dívida externa dos países mais pobres e assim tentar ajudar a erradicar a miséria do mundo.

Desde então o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Lista de artistas que participaram no Live Aid em 1985

Estádio de Wembley (Londres – Reino Unido)

• Coldstream Guards — “Royal Salute,” “God Save the Queen” (entrada em palco: 12h00);

• Status Quo —”Rockin’ All Over the World,” “Caroline”, “Don’t Waste My Time” (12h02);

• The Style Council — “You’re The Best Thing,” “Big Boss Groove,” “Internationalists,” “Walls Come Tumbling Down” (W 12h19);

• The Boomtown Rats —”I Don’t Like Mondays,” “Drag Me Down,” “Rat Trap,” “For He’s A Jolly Good Fellow” (cantada pelo público) (W 12h44);

• Adam Ant —”Vive Le Rock” (W 13h00);

• Ultravox — “Reap the Wild Wind,” “Dancing with Tears in My Eyes,” “One Small Day,” “Vienna” (W 13h16);

• Spandau Ballet — “Only When You Leave,” “Virgin,” “True” (W 13h47);

• Elvis Costello — “All You Need Is Love” (W 14h07);

• Nik Kershaw — “Wide Boy,” “Don Quixote,” “The Riddle,” “Wouldn’t It Be Good” (W 14h22);

• Sadé — “Why Can’t We Live Together,” “Your Love Is King,” “Is It A Crime” (W 14h55);

• Sting e Phil Collins (com Branford Marsalis) — “Roxanne,” “Driven To Tears,” “Against All Odds (Take a Look at Me Now),” “Message in a Bottle,” “In the Air Tonight,” “Long Long Way To Go,” “Every Breath You Take” (W 15h18);

• Howard Jones — “Hide and Seek” (W 15h50)

• Bryan Ferry (acompanhado por David Gilmour dos  Pink Floyd na guitarra) — “Sensation,” “Boys And Girls”, “Slave To Love”, “Jealous Guy” (W 16h07);

• Paul Young — “Do They Know It’s Christmas?” (intro), “Come Back And Stay,” “That’s the Way Love Is” (with Alison Moyet), “Every Time You Go Away” (W 16h38);

• U2 — “Sunday Bloody Sunday,” “Bad” (com passagens de “Satellite Of Love,” “Ruby Tuesday,” “Sympathy for the Devil” e “Walk On The Wild Side”) (W 17h20);

• Dire Straits — “Money for Nothing” (com o Sting), “Sultans of Swing” (W 18h00);

• Queen (após breve actuação ds cómicos Mel Smith e Griff Rhys Jones) — “Bohemian Rhapsody,” “Radio Ga Ga,” “Hammer to Fall,” “Crazy Little Thing Called Love,” “We Will Rock You”/”We Are the Champions” (W 18h44);

• David Bowie (com Thomas Dolby no teclado) — “TVC15,” “Rebel Rebel,” “Modern Love,” “Heroes” (W 19h22);

• The Who — “My Generation,” “Pinball Wizard,” “Love, Reign o’er Me,” “Won’t Get Fooled Again” (W 19h59);

• Elton John (após introdução de Billy Connolly) — “I’m Still Standing,” “Bennie and the Jets,” “Rocket Man,” “Don’t Go Breaking My Heart” (with Kiki Dee), “Don’t Let the Sun Go Down on Me” (com George Michael e vozes de Andrew Ridgeley), “Can I Get a Witness” (W 20h50);

• Encerramento no Estádio de Wembley:

a) Freddie Mercury e Brian May (Queen) — “Is This The World We Created?” (W 21h48),

b) Paul McCartney — “Let It Be” (W 21h51),

c) Band Aid (conduzida por Bob Geldof) — “Do They Know It’s Christmas?” (W 21h54);

 

Estádio JFK (Filadélfia – Estados Unidos da América)

• Bernard Watson — “All I Really Want to Do”, “Interview” (13h51);

• Joan Baez (após introdução de Jack Nicholson) — “Amazing Grace,” “We Are the World” (JFK 14h02);

• The Hooters — “And We Danced,” “All You Zombies” (JFK 14h12);

• The Four Tops — “Shake Me, Wake Me (When It’s Over),” “Bernadette,” “It’s The Same Old Song,” “Reach Out I’ll Be There,” “I Can’t Help Myself (Sugar Pie, Honey Bunch)” (JFK 14h33);

• Billy Ocean — “Caribbean Queen,” “Loverboy” (JFK 14h45);

• Black Sabbath (após introdução de Chevy Chase) — “Children of the Grave,” “Iron Man,” “Paranoid” (JFK 14h52);

• Run-D.M.C. — “Jam Master Jay,”, “King Of Rock” (JFK 15h12);

• Rick Springfield — “Love Somebody,”, “State Of The Heart”, “Human Touch” (JFK 15h30);

• REO Speedwagon — “Can’t Fight This Feeling”, “Roll With The Changes” (with the Beach Boys on backing vocals) (JFK 15h47);

• Crosby, Stills and Nash — “Southern Cross,” “Teach Your Children,” “Suite: Judy Blue Eyes” (JFK 16h15);

• Judas Priest — “Living After Midnight,” “The Green Manalishi (With The Two-Pronged Crown),” “You’ve Got Another Thing Comin’” (JFK 16h26);

• Bryan Adams (após introdução de Jack Nicholson) — “Kids Wanna Rock,” “Summer of ’69,” “Tears Are Not Enough,” “Cuts Like a Knife” (JFK 17h02);

• The Beach Boys (após introdução de Marilyn McCoo) — “California Girls,” “Help Me, Rhonda”, “Wouldn’t It Be Nice,” “Good Vibrations,” “Surfin’ USA” (JFK 17h40);

• George Thorogood and the Destroyers — “Who Do You Love” (with Bo Diddley), “The Sky Is Crying,” “Madison Blues” (with Albert Collins) (JFK 18h26);

• Simple Minds — “Ghost Dancing,” “Don’t You (Forget About Me),” “Promised You a Miracle” (JFK 19h07);

• The Pretenders — “Time The Avenger,” “Message of Love,” “Stop Your Sobbing,” “Back on the Chain Gang,” “Middle of the Road” (JFK 19h41);

• Santana — “Brotherhood,” “Primera Invasion”, “Open Invitation,” “By The Pool”/”Right Now” (com Pat Metheny) (JFK 20h21);

• Ashford & Simpson— “Solid,” “Reach Out and Touch (Somebody’s Hand)” (com Teddy Pendergrass) (JFK 20h57);

• Kool & The Gang (video gravado previamente ao vivo) — “Stand up and Sing,” “Cherish” (JFK 21h19)

* Madonna (após introdução de Bette Midler) — “Holiday,” “Into the Groove,” “Love Makes The World Go Round” (JFK 21h27);

* Tom Petty and the Heartbreakers (após introdução de Don Johnson) — “American Girl,” “The Waiting,” “Rebels,” “Refugee” (JFK 22h14);

• Kenny Loggins — “Footloose” (JFK 22h30);

• The Cars — “You Might Think,” “Drive,” “Just What I Needed,” “Heartbeat City” (JFK 22h49);

• Neil Young — “Sugar Mountain,” “The Needle and the Damage Done,” “Helpless,” “Nothing Is Perfect,” “Powderfinger” (JFK 23h07);

• Power Station — “Murderess,” “Get It On” (JFK 23h43);

• Thompson Twins — “Hold Me Now,” “Revolution” (com Madonna, Steve Stevens e Nile Rodgers) (JFK 00h21);

• Eric Clapton — “White Room”, “She’s Waiting”, “Layla” (JFK 00h39);

• Phil Collins (acabado de chegar aos EUA num voo em avião Concorde do Reino Unido) – “Against All Odds (Take a Look at Me Now),” “In the Air Tonight” (JFK 01h04);

• Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones — “Rock and Roll,” “Whole Lotta Love,” “Stairway to Heaven” (JFK 01h10);

• Crosby, Stills, Nash & Young – “Only Love Can Break Your Heart,” “Daylight Again”/”Find the Cost of Freedom” (JFK 01h40);

• Duran Duran – “A View to a Kill,” “Union of the Snake,” “Save a Prayer,” “The Reflex” (JFK 01h45);

• Patti LaBelle – “New Attitude,” “Imagine,” “Forever Young,” “Stir It Up,” “Over The Rainbow,” “Why Can’t I Get It Over” (JFK 02h20);

• Hall & Oates (com G. E. Smith, director musical de “Saturday Night Live” e anterior guitarrista solo de Hall & Oates) — “Out of Touch,” “Maneater,” “Get Ready” (com Eddie Kendricks), “Ain’t Too Proud to Beg” (com David Ruffin), “The Way You Do the Things You Do” (com Eddie Kendricks e David Ruffin), “My Girl” (com Eddie Kendricks e David Ruffin) (JFK 02h50);

• Mick Jagger — “Lonely At The Top,” “Just Another Night.” “Miss You,” “State of Shock”/”It’s Only Rock ‘n Roll (But I Like It)” (com Tina Turner) (JFK 03h15);

• ) Bob Dylan, Keith Richards e Ronnie Wood — “Ballad of Hollis Brown,” “When the Ship Comes In,” Blowin’ in the Wind” (JFK 03h39),

Encerramento: USA for Africa — “We Are the World” (JFK 3h55)

(fonte)

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4 de Julho – Porque é o “dia da independência”?

No dia 4 de Julho de 1776, as 13 colónias que formaram os primeiros Estados Unidos (da América) ratificavam a declaração de independência no Congresso Continental, separando-se assim da coroa britânica marcando então o dia 4 de Julho como o “dia da independência”.

Entre as várias razões que mais contribuíram para a declaração de independência, destacam-se a exigência da coroa britânica em cobrar impostos (considerados exorbitantes para os colonos) como forma de financiar as guerras além fronteiras contraídas pela coroa real, com as quais os colonos ou não se identificavam ou não pretendiam ver perpetuadas.

Contudo, o facto mais marcante que ficou definitivamente marcado para a história como sendo a “gota de água”, foi efectivamente a Festa do Chá de Boston (Boston Tea Party) que marcou a revolta colonial contra a coroa britânica perante o favorecimento decadente da Companhia das Índias Orientais, (na altura à beira da falência) que detinha o monopólio do comércio de chá para as colônias americanas.

A “festa de chá de Boston” (como passou a ser conhecida) foi perpetuada por um conjunto organizado de colonos que, disfarçados de índios, atiraram ao mar todo carregamento de chá transportado pela Companhia das Índias.

De ora então, o dia 4 de Julho, marca o principal feriado nacional dos Estados Unidos da América.

 

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