Boas vindas

Portimonense convidado a disputar a segunda liga de futebol portuguesa 2012/2013

Azar de uns, sorte de outros…

Perante a  incapacidade do Varzim Sport Clube em preencher os requisitos a que as regras exigem, o Sporting Clube Portimonense lá conseguiu ver a porta aberta para o ingresso na segunda liga de futebol profissional portuguesa para a época de 2012/2013.

Embora o futebol das ligas não seja de todo a minha praia, reconheço que a descida à terceira divisão estava a ser um castigo demasiado penoso perante todo o esforço que vinha a ser executado para conseguir dar um pouco mais de brio ao desporto local e à cidade (mesmo considerando que estamos debaixo de uma das maiores crises de sempre com que o nosso município alguma vez se viu a braços)

 


Agora, esforcem-se um pouco mais, mas tenham sempre bom ânimo! 😉

 

 

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Atenção portimonenses: Vamos dar sangue a 13 de Junho de 2012?

EMARP - anuncio colheita sangue - 13 Junho 2012

Um apelo que a todos nos toca!

Local: EMARP (Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão)
Data: 13 de Junho de 2012
Horário: Das 9h30 às 13h00

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Portugueses inspiradores – José Pedro Cobra

Gostaria de partilhar aqui o vídeo da entrevista feita pela Laurinda Alves ao José Pedro Cobra, um dos muitos portugueses que SABEM usar o seu talento para abençoar os outros, mas que, para além disso, sabe reconhecer que o mais abençoado acaba por ser ele próprio ao receber de volta e em maior medida, tudo o que ele dá em primeira mão…

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Para quem ainda não está por dentro, a série “Feitos em Portugal” é uma série que pretende mostrar os portugueses no seu melhor. Neste caso, trata-se do 5º episódio da série a passar actualmente aos sábados na RTP2 pelas 19h30.

Estreada a 17 de março de 2012, e com uma vertente totalmente contra a corrente nacional que acha sempre que ‘lá fora é que somos bons’, “Feitos em Portugal” revela 26 profissionais de referência em diversas áreas, todos portugueses que vivem e trabalham em Portugal.

Em Portugal há portugueses brilhantes em todos os setores. Das artes ao desporto, da medicina ao empreendedorismo social e inovação tecnológica, da investigação científica e académica ao mundo dos negócios, os bons exemplos sucedem-se e as boas iniciativas multiplicam-se. Foi a esse levantamento da excelência nacional a que se deu Laurinda Alves.

Em cada episódio de Feitos em Portugal, Laurinda Alves entrevista dois portugueses que nos podem honrar a todos. O potencial inspirador desta série de 13 episódios é um contributo para a reconstrução da estima dos portugueses por si próprios e da saúde económica e social de Portugal.

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Músicos com GARRA: Beto Kalulu – Mama Makudilê

Eis um achado acabado de encontrar no Youtube!

Mama Makudilê, tema de Beto Kalulu executada ao vivo a 14 de Janeiro de 2012 no Auditório de Lagoa  (enquadrado nas comemorações da elevação de Lagoa a cidade) acompanhado pela orquestra de sopros do Algarve dirigida pelo maestro João Rocha. (Gravação audio e video por Alphaxis com a colaboração da escola de rock de Lagoa.)

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Beto Kalulu nasceu em Matosinhos, mas com 2 anos de idade foi viver para Angola até aos 27 anos.

Em jovem descobriu a sonoridade única dos instrumentos de percussão e em 1967 forma o seu primeiro grupo de rock, a “Brotolândia”. Em 1972, esteve em Londres durante 7 meses onde aproveitou para absorver influências de algumas das bandas e peças musicais da época (ELP, Ten Years After, a peça teatral Hair, a opera-rock Jesus Christ Superstar). Após o 25 de Abril volta para Portugal, onde tme mantido uma carreira musical activa na zona do Barlavento algarvio.

Actualmente trabalha sobre o seu primeiro disco a solo, intitulado precisamente Mama Makudilê com produção e arranjos de Tuniko Goulart, e participação de músicos como, Tuka, Quim Brandão, Erika, Marcos Vita entre outros.

(pessoalmente, ainda me recordo de assistir a excelentes espectáculos deste senhor no velhinho Grafitti na Praia da Rocha)

Site oficial: http://betokalulu.multiply.com

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Pensamento para a semana 1 de 2012

Jamais haverá ano novo, se continuarmos a copiar os erros dos anos velhos
(Luis de Camões)

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Uma prendinha de Natal muito especial… Nasceu a Beatriz! ;)

Hoje, 23 de Dezembro de 2011, pelas 13h10, nasceu a Beatriz!

Assim, passo a ser titio pela segunda vez, pois desde o verão passado, que o Tó (irmão da minha esposa) e a Goreti trouxeram um lindo Gustavo que nasceu bem pequenininho, e que agora, ainda com poucos meses já está feito num matulão!

Sei que a Lili foi à pressa para a clínica (geralmente é assim, não é?) e que o Paulo ficou numa pilha de stress (e isto, é novidade nestas coisas…?) mas agora já está tudo calmo! eheheh…

Pois, como se eu não tivesse passado pelo mesmo em 2009…!

Agora, tenho a certeza de que estão todos FELIZES! É o primeiro bebé deles!

PARABÉNS PAULO e LILI!

E BEM VINDA BEATRIZ! A Rute vai adorar conhecer-te!

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Músicos com GARRA: Michael W. Smith – Agnus Dei

[Antes de comentar, gostaria de referir que, para perceber o meu texto de apreciação a este tema, considero ser necessário ouvir o som deste vídeo com o volume BEM ALTO (BASTANTE ALTO, por favor), seja através de colunas de som, seja através de auscultadores. E na medida do possível, que seja assistido longe da azáfama do dia-a-dia]

Para mim, este é um dos momentos musicais de sempre que mais me marcaram. Num trecho de 10 minutos de vídeo, o tema “Agnus Dei” (latim para “Cordeiro de Deus”) de Michael W. Smith é executado de uma forma que considero ter autenticamente “influência divina” pelo meio.

Assim, peço a vossa atenção para o intervalo no vídeo entre os 5m:13s e os 9m:6s, onde o cantor notavelmente deixa fluir o público, perdendo literalmente o controlo sobre a sua actuação musical. (e aqui, se possível, coloquem o som ainda mais alto!)

E é precisamente por este facto que, a meu ver, este tema merece um destaque especial.

Sim, o tema é marcadamente religioso, tratando-se de uma música de “adoração” Gospel de um cantor com influência cristã evangélica. Contudo, acredito que até mesmo os mais leigos e até os que se consideram completamente adversos às questões religiosas, não consigam ficar indiferentes a este verdadeiro momento musical tão especial.

Acredito que não estarei muito longe da verdade se disser que todos naquela sala onde decorreu este concerto, experimentaram algo que muitos de nós procuramos todos os dias… Quanto a mim, gostaria de ter lá estado e experimentado um pouco do mesmo, sem dúvida alguma. (como baterista de uma banda Gospel, é uma grande honra poder tocar de vez em quando este tema.)

O que se passou naquele pequeno pedaço de tempo (na verdade, um GRANDE pedaço de tempo para um tema musical como este) é algo que considero divinal!

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Dicionário algarvio de termos e dizeres do Algarve (já com o novo acordo ortográfico)

Eis o esboço para a grande obra a inaugurar em breve, o grande “Dicionário algarvio de termos e dizeres do Algarve (já com o nove acorde ortugráfique)

Quem tiver sugestões para adicionar, é bem-vindo a contribuir! É só colocar uma resposta no fim desta página.

Espero que seja do vosso agrado.

A

Abuscar – Buscar, procurar (Ex: ‘Us cãs abuscarem os coelhes no mê do mate’)

Acarditar – Acreditar. (ex: ‘Moce, até parace que n’acarditas em mim.’)

Acêfa – Ceifa (Ex: ‘Temes c’acêfar o milhe’)

Açotêa – Terraço usado para secar frutos secos e peixe.

Ademorar – demorar (Ex: ‘Ó Chique, pra quê tamanh’ademora?’)

Adés – Adeus (Ex: ‘Adés óme, pr’ónd’é que vás?’)

Ah mon – Ai mano, ai moço. (Ex: ‘Ah mon, tá tude bem?’)

Alagar tramôçes – Preparar tremoços (que consiste em mergulhar os tremoços durante alguns dias em água corrente da ribeira após a cozedura inicial)

Alcagoita – Aperitivo para descascar e acompanhar uma cerveja bem geladinha na taberna. O mesmo que minduim. (Ex: ‘Ti Tonho, traga umas alcagoitas prá gente quemer de companha c’as sarvejas’)

Aldêa – Aldeia (ex: ‘Adés óme, a modes que vens d’aldêa?’)

Alevantar – O acto de levantar com convicção. (Ex: ‘Alevantê-me e fui-me embora!’ ou ‘Alevanta-te Zé Manel!’)

Alimpar – Limpar (ex: ‘Ó Jaquim, atão na vás alimpar u carre?‘)

Almariade – mal disposto, tonto, enjoado, conforme o contexto. (Ex: ‘Ah. mon, moce, até parece que tou almariade’)

Alpendrada – o mesmo que alpendre.

Alumiar – Apontar uma luz em direção a algo. (Ex: ‘Ó Luís, alumeia-me aqui o caminhe’)

Alvariade – Alguém que anda com a “cabeça no ar” por causa de namoro. (Ex: ‘Maldeçoada da minha filha, c’anda alvariada per’cása daquele maldeçoade’)

Amandar – O acto de atirar com força: (‘O guarda-redes amandou a bola pra lá de Cacilhas’)

Amantizade – Alguém que vive maritalmente com outra pessoa sem contudo ter casado para o efeito. União de facto. (Ex: ‘A Maria e o Manel vivem amantizades’)

Amarinhar – Ir para o mar tripular navios (Ex: ‘U mé filhe anda amarinhade’)

Amigáde – Semelhante a Amantizade.

Amódes – De maneira que… (Ex: ‘Amódes q’iste é assim’ – Ver também ‘De modes’)

Andande – Andando. (Ex: ‘Cagande e andande’)

Andémes – Andámos (Ex: ‘- Ondé c’anderem moces? – Andémes na debulha.’)

Andérem – Andaram (Ex: ‘-Ondé c’andeste? -Andi pur aí.’)

Andarem – O mesmo que Andérem.

Apertelência – Ousadia (Ex: ‘Tem munta apertetência, aquele Tonhe Jaquim.’)

Arrear – Deixar caír, desistir, bater, embater, esmurrar. (Ex: ‘Vou-t’arrear umas purradas!’)

Arrelampag – Efeito luminoso que ocrre normalmente durante as tempestades. (Ex: ‘Moce, tira-te daí c’ainda levas com um arrelampag!’)

Arram – Rã (Ex: ‘Fui à rebêra e vi uma arram’)

Arreata – Lábia, ousadia (Ex: ‘Tem uma arreata, aquele Ventura…’)

Arrenca-pinhêres – Homem muito baixo e muito magro.

Arrencar – Arrancar (Ex: ‘Brune, já arrencast’us pregues?’)

Arrioça – Baloiço (Ex: ‘Jorge toma cuidade pra na caíres d’arrioça.’)

Aspergic – Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina.

Assebiar – Assobiar (ex: ‘U Nune assebia munte bem’)

Assebida – Parte de uma estrada ou caminho com uma inclinação ascendente acentuada (Ex: ‘Danada daquela assebida, aquile é que custa a assebir!’)

Assentar – O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento. (Ex: ‘Atã na ‘tassentas Jaquim?’)

Atão – Então (Ex: ‘Atão Mari-Tereza, na t’espachas?’)

Auga – Água (Ex: ‘Na bebas áuga antes de dermir Zé Manel, que mijas na cama’)

Avó – Avô (no masculino) (Ex: ‘O mê avó tem muntas farrobas’)

Avó – Avó (no feminino) (Ex: ‘A minha avó tá’amassar o pão’)

B

Baldear – Enlouquecer (Ex: ‘Agora é que cumadre Silvina baldeou de vez…’)

Bassôra – Também com a vertente ‘vassoira’. Utensílio doméstico para recolha de lixo, habitualmente com a ajuda da ‘apá’.

Belancia – Melancia (Ex: ‘Agora come-se a belancia’);

Barimbar – Indiferença, não querer saber (ex. ‘Tou-m’a barimbar pra isse’)

Barreca – Barraca (Ex.: ‘Prontes, já tá a barreca armada’.)

Batenêra – Máquina que serve pra fazer betão, cimento armado. (Ex: ‘Moss, liga a batenêra’)

Bele – Belo (Ex: ‘Cumadre, que beles trabalhes de renda’)

Benite – Bonito

Berculose – Tuberculose (Ex: ‘O pobre do Asdrubal tá com berculose’)

Berracha – Bebedeira (Ex: ‘À maldeçuade! Na’m’apareças aqui cuma berracha comá d’ótra vez’)

Béqme – Bem que me… (Ex: ‘Béqme parecia crer… É sabia!’)

Besaranha – Vento desagradável (Ex: ‘Andava cavande mas o raie da besaranha na me largava da mão’)

Bicha – Cobra, víbora

Borra-botas – Profissional de fraca qualidade cujo trabalho é deficiente

Bradár – Gritar (Ex: ‘Ó Flipe, tu na m’ouves é bradar per ti?’);

Bucha – Almoço, merenda ou lanche (Ex: ‘Iste já tá na hora da bucha’)

Buftada – Chapada (Ex: ‘Ah maldeçoade dum ladrão… Tás aqui, tás a levar uma buftada.’)

C

Cabele – Cabelo

C’anda – Que anda (Ex: ‘O Tonhe é c’anda com a enxada’)

Calêra – Camalhão usado para abrir regos (rede de canais na terra) usados da rega artesanal introduzida pelos árabes a península ibérica.

Cagade – sujo com qualquer substância; falhado; sortudo – conforme o contexto (Ex: ‘Tonhe, tás tode cagade’)

Cagalôse/a – Pessoa sensível, medrosa. (Ex: ‘Ó Chique, hoje tás tode cagalôse!’)

Cagorre – Susto (ex: ‘Aquele maldeçoade do Zé da Silva, amandou-me um cagorre c’até vi luzes’)

Caguifa – Medo. (Ex: ‘De nôte tenh’uma cacuifa, mas de dia na tenhe’)

Caminéte – Autocarro (Ex: ‘Ontre-dias atrazê-me e perdi a caminéte’)

Caminhe – Caminho, caminhar. (Ex: ‘É caminhe no caminhe’)

Campe – Campo

Cantarinha – O mesmo que cântaro. (Ex: Fui ó pôce e dexê caír a cantarinha’)

Capacha – Tapete. (ex: ‘Tenhe as capachas du carre todas nejentas’)

Capache – O mesmo que capacha, abanico para avivar o lume. (ex: ‘Carles, da dêxes o fogue s’apagar! Abana isse c’u capache’)

Capom – Porta que tapa o motor do automóvel que quando se fecha faz POM!

Catatumbas – Sitio para onde se vai depois de morto. (Ex: ‘É cá nã quer’ir pr’uma catatumba, quer’ir pró chão’)

Cáxa – Caixa (Ex: ‘Moce, na dás uma prá cáxa…’)

Cemente – Tradução algarvia para cimento;

Cesterna – Cisterna (depósito subterrâneo para recolha de águas pluviais e posterior consumo humano)

Cirque – Circo (Ex: ‘Vames andande pra mod’ir pó cirque.’)

Capetania – Capitania

Córas-som? – Perguntar as horas (Que horas são? – Ex: ‘Ah mon, córas-som iste?’)

Comá-gente – Como nós (ex: ‘Fomes ó Alenteje e vimes unz’omes a beber sarveja lá comá-gente’)

Comé-quié? – Como é que é? (Ex: ‘Ó Chique, comé-quié?’)

Companha – Companhia (Ex: ‘Cumadre, faça-me companha aqui na renda’)

Cromade – Opção que se exerce em vida pra quando se morre. (Ex: ‘É’cande morrer, quêre ser cromade’)

Cucharro – Colher grande feita a partir de cortiça para beber água. (Ex: ‘Fui à fonte e bebi água com o cucharro’)

Debulha – Separar a palha dos grãos de cereal (ex: ‘Moces, andem todes daí e vames debulhar o trigue’)

D

Demódes – De maneira que… (Ex: ‘Demódes qu’iste é assim’ – Ver também ‘Amodes’)

Desbrugar – Descascar favas ou ervilhas. (Ex: ‘Ó filha, desbruga-me aí umas ervilhinhas’)

Desbugalhades – Usado para referir uma pessoa com os olhos bem abertos. (Ex: ‘A Silvina apareceu aqui ontre-dias com us olhes desbugalhades’)

Descabide –  Iname, sem jeito. (Ex: ‘Aquele Tonhe anda même descabide’)

Desfolhada – Tirar as folhas à maçaroca de milho.

Desgroviade – O mesmo que desnorteado. Homem desorientado. (ex: ‘Aquele Marceline é même desgroveade.’)

Deslargar – Ato de lagar o que tinha sido largado. (Ex: ‘Ah mon… Moce! Deslarga-me da mão!’)

Desmazia – O dinheiro remanescente que se recebe depois de se pagar uma compra. (Ex: ‘Aqui tem a sua desmazia Ti Maria.’)

Despôs – Depois (ex: ‘É fui ó mar, despôs vim’embora.’)

Destrocar – Trocar uma nota de dinheiro de alto valor para ficarmos com notas mais pequenas. (Ex: ‘Ó ti-Tonho, destroque aqui esta nota, faz-afor.’)

Dexê – Deixei (Ex: ‘Na sê ond’é que dexê u raie das chaves’)

Diéb – Diabo. Muito usado para monstrar indignação perante alguém. (Ex: ‘Té dieb, nam’apoquentes, maldeçoade!’)

Disvorciada – Mulher que se diz por aí que se vai divorciar.

E

É – Eu (Ex: ‘É na sê quem foi, más iste chêra-ma’esturre’.)

Empachade – Pessoal que leva muito tempo para se despachar. Pode referir-se também a alguém que sofre de obstrução intestinal. (Ex: ‘Ó Albertine, até parece que tás empachade, moce…’)

Empanzinar – Comer em demasia até abarrotar. (Ex: ‘Na te digue nada Zé, hoje quemi em desmazia. Tou même empazinade…’)

Empulheta – Pequena caixa à saida de um tanque por onde sai a água. (Ex: ‘Tenhe que destapar a empulheta pra mod’ir regar a horta.’)

Encalipe – Eucalipto (ex: ‘-Ondé que forem o João e a Maria? -É cude que forem pós encalipes’)

Enfusa – Bilha (ex: ‘Miga, dá-m’aí a enfusa da água.’)

Entropeçar – Tropeçar duas vezes seguidas. (ou só uma mesmo! Ex: ‘Cuidade Zé, que já entropeçastes’)

Êrade da cesterna – Zona delimitada à volta da cisterna, com inclinação constante, para recolher a água da chuva.

Êres – Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses, nomeadamente a sul do rio Sado.

Escampar – Parar de chover. (Ex: ‘Vezinha, na s’importa qu’é fique aqui pa m’abrigar da chuva até escampar?’)

Esgarrões – Chuvas muito intensas e fortes.

Estrafega – Tarefa intensa e contínua para tentar acabar um qualquer trabalho com uma data limite apertada. (ex: ‘Fui cavar batatas e aquile é que foi uma estrafega…’)

Esturre – Estado do que fica muito seco e quase queimado. (Ex: ‘Iste chêra-ma’esturre.’)

F

Falastes (dissestes…) – Articulação na 4ª pessoa do singular. (Ex.: ‘é falê, tu falaste, ele falou, TU FALASTES…’)

Farroba – Alfarroba (Ex: ‘Maldeçoades dos pórques que já me forem às farrobas’)

Faz-avôr – Se faz favôr, por favôr. (Ex: ‘Cumadre, dêm’aí o guidal, faz’avôr’)

Fêjão carite – Feijão frade (Ex: ‘Goste munte duma saladinha com fêjão carite’)

Feniscadinho – Homem muito magro (ex: ‘Pálino, andas même feniscadinhe’)

Franquelim – Homem fraco (ex: ‘Esse dieb é um franquelim qualquer c’anda pr’aí’)

Fezes – Canseiras, preocupações. (Ex: ‘Ah mon, tenhe andade c’umas fezes pur cása do vizinhe…’)

Fraturação – O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. (ex: ‘Cása que n’a fratura, na predura.’)

Frent – Frente (Ex: ‘Maldeçoade, tira-te já da minha frent, qu’é na te posse ver!’)

G

Galegue – Pessoa do norte. (ex: ‘Aquel’óme c’apareceu pr’aqui ontem deve ser galegue.’)

Griséu – Ervilha.

Guidal – Alguidar (Ex: ‘Cumadre, dêm’aí o guidal, faz-avôr’)

Gurnir – Grunhir (Ex: ‘Us pórques levem a nôte toda a gurnir’)

H

Há-des – Verbo ‘haver’ na 2ª pessoa do singular: (e: ‘É hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia…’)

I

I-di – E daí (Ex: ‘O Carles assebiu, i-di caiu.’)

Impertante – Importante. (Ex: ‘Iste é um assunte munt’impertante’)

Inclusiver – Forma de expressar que percebemos de um assunto, ou não percebemos de todo! (Também existe a variante ‘Inclusivel’ – Ex: ‘E digue ainda más: É inclusivel ache este assunte munte empertante.’)

J

Jsbugalhar – Abrir bastante os olhos (Ex: ‘U qué que foi Zablinha? Tás tã jbugalhada!’)

Jête (ou apenas ‘jêt’) – Jeito (Ex: ‘Ah mon, moce, atã má que jête?’)

L

Lambarêre – Pessoa que não consegue guardar um segredo. (Ex: ‘A Améla é uma lambarêra’)

Ladêra – Descida acentuada (Ex: ‘Filha, tem cuidade a descer a ladêra pra na caíres’)

Lagues – Lagos

Lariar a pevide – Passear sem permissão para tal, vadiar (Êx: ‘O Manel anda a lariar a pevide’)

Larada – Algo provável de se encontrar nas fraldas dos bebés. (ex: ‘Ah mon, a Beatriz chêra tã mal c’até parece que tem uma larada nas fraldas’)

Laruêre – Pessoa que anda sempre a laruar, ou seja, na boa vida, sem prestar contas a ninguém. Semelhante a lariar. (Ex: ‘Aquele Tonhe Jaquim e´um laruêre’)

Legues – Lagos

Lêra – forma de talhar a terra para o cultivo. (Ex: ‘Chique, vai cavar a lêra das couves.’)

Liquidazinha – O mes moque “nitidazinha”. Diz-se que a ‘omaja tá munte liquidazinha’ quando pretendemos indicar que a televisão tem uma imagem muito bem definida. (Ex: ‘Ó vezinha, a sua tlevezão tem uma omaja munte liquidazinha’)

Lógues – Lagos

Luzescús – Pirilampos (Ex: ‘Esta nôte tá tude chê de luzescús’)

M

Macheia – Uma mão cheia. (Atualmente usa-se muito o termo “bué” Ex: ‘Jaquim, hoje vi uma macheia de combois a passar.’)

Madronhe – Aguardente de medronho (Ex: ‘Este madronhe é même du bom’)

Magane – Vendedor ambulante comparável a um cigano (Ex: ‘Aquele magane das camisas é um maldeçoade!’)

Magala – Idêntico a magano.

Maline – Maligno, mau, teimoso (Ex: ‘U Humberte é même maline’)

Má que jête? – Mas que de jeito? Expressão muito popular utilizada para mostrar indignação num diálogo perante um tema ou assunto relativamente insólito. (ex: ‘Manel, atã tu na vás danças com a Jaquelina? -Eu? Má que jête?’)

Maldeçoade – Almaldiçoado (Ex: ‘Ah moce maldeçoade, tira-te já daqui, pra qu’é na te veja na minha frente!’)

Marafade – Irritado, zangado, teimoso ou com garra. No Sotavento algarvio diz-se marfadu (Ex: ‘Ha moce marafade!’)

Marcade – Mercado (Ex: ‘Ontem foi o marcade d’Odeáxere’)

Marcar – Comprar, vender, negociar, conforme o contexto.

Más – Mais (Ex: ‘É na sê quem foi, más iste chêra-ma’esturre’.)

Mate – Mato (Ex: ‘Us cãs abuscarem os coelhes no mê do mate’.)

Matrafona – Mulher feia e gorda. Boneca de trapos. (Ex: ‘A filha do Alberte tá fêta matrafona’)

Mázi – Mas e (ex: ‘Ó ti Manel, mázi comé c’avera de ser isse?’)

– Meu (Ex: ‘Que jête u mé cão ter pulgas?’)

Meceia – Vossemecê (Ex: ‘Cumadre, agora na posse falar co’meceia, porque tenhe que tender o pão’)

Mechas – Expressão usada para demonstrar aborrecimento (eufemismo de ‘merda’) (Ex: ‘Mechas que já dexê cair os oves’)

Melanças – Melancias (geralmente usado apenas no plural. Ex: ‘Cumprade, na tem aí adube prás melanças?’)

Miga – Amigo ou amiga em ato muito familiar (ex: ‘Miga, passa-mu pão.’)

Minduim – Aperitivo para descascar e acompanhar uma cerveja bem geladinha na taberna. O mesmo que alcagoita.

Moss – Moço (Ex.: ‘Moss, deslarga-me da mão’)

N

Na dou fête – Não consigo fazer. Diz-se quando não se consegue fazer algo ou desempenhar determinada tarefa. (Ex: ‘Moce, é na dou fête isse!’)

Nha – Assim como Mon, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? (Ex: ‘A ‘nha mãe é que sabe, n’é a tua!’)

Númaro (Também com a vertente ‘númbaro’) – Número. (Ex: ‘Ah mon, qual é o númaro do té tlefone?’)

O

Omaja – Tradução algarvia para Imagem. (Ex: ‘Ó Chique, percebes de tlevesons? A minha na dá omaja…’)

Óme – Homem (Ex: ‘Adés óme, pr’ónd’é que vás?’)

Ontre-dias – Há pouco tempo (Ex: ‘Ontre-dias, passou por aqui o Zeferine’)

Óves – Ovos (Ex: ‘Carles, tã na foste bescar us óves u galenhêre?’)

P

Pciclete – Veículo de duas rodas sem motor (Pode também referir-se aos com motor. Ex: ‘Maldeçoades, ondé que meterem a minha pciclete?’)

Pêche – Peixe (Ex: ‘Hoje fui à praça, ma ná’via pêche’)

Parteleira – Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.

Patiar – Pisar, patinhar, geralmente onde não se deve. (Ex: ‘Sai daí Jaquim, tu na vêz que tás-ma patiar u chã tode?’)

Patochadas – Tolices (ex: ‘Aqueles plitiques só dizem patochadas’)

Perssunal – O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. (Ex.: ‘Sou perssunal de futebol’ – Dica: deve ser articulada de forma rápida.)

Pial – Banco de taipa (construção de barro e pedras) encostado à parede da entrada das casas onde as pessoas se sentavam a conversar ao fim da tarde. (Ex: ‘Compadre assente-se aí no pial’)

Pitaxio – Aperitivo da classe do ‘mindoím’.

Pitróle – Petróleo (ex: ‘Hoje na tenhe dinhêre nem pó pitróle’)

Pliça – Polícia (ex: ‘Per cása daquele maldeçoade, tive que chamar a pliça’)

Plitique – Político (ex: ‘Aqueles plitiques só dizem patochadas’)

Pôce – Poço (Ex: ‘Brune, tira-te daí c’ainda cais no pôce!’)

Pôrre – Uma queda (Ou caír um…) Caír uma queda. (Ex: ‘Caí um pôrre no chão e fiz sãingue’)

Precura – Ato de perguntar (Ex: ‘Deixa-me fazer-te uma precura…’)

Pregue – Prego (Ex: ‘Vítor, dá-m’aí u pregue’)

Prenha – Mulher grávida (Ex: ‘A maria anda prenha’)

Prontes – Pronto (Ex.: ‘Prontes, já tá a barreca armada’.)

Percása – Por causa (Ex: ‘Ah, mon, atã na vês quiste caiu percása daquile?’)

Q

Quáje – Semelhante à palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais “quaise”. (Ex: ‘Ontem, fui atravessar a estrada, e quáje qu’era atropelade pr’um carre’.)

Quebra-jum – Pequeno almoço (Ex: ‘Filhe, antes de t’ires embora, na te esqueças do quebra-jum’)

Que jête? – De que jeito? O mesmo que ‘Má que jête?’

Quemer – Comer (Ex: ‘É vou quemer, laranjas e bananas’)

R

Renda – O mesmo que crochê (ex: ‘Cumadre, que beles trabalhes de renda’)

Rengalhes – Pequenos pedaços das bifanas que se separam da parte principal das mesmas ainda dentro da frigideira, ganhando sabor extra após as consecutivas frituras. (ex: ‘Tonhe, nas queres quemer umas bifanas de rengalhes em companha dumas mines pretas ali na praça?’)

S

Sarveja – Cerveja (Ex: ‘Já tá o Tonhe Jaquim enfrascade na sarveja’)

Sãingue – Sangue (Ex: ‘Caí um pôrre no chão e fiz sãingue’)

Sequinhe/a – Pessoa magra de fraca aparência, lingrinhas. (Ex: ‘O Manel anda même sequinhe’)

Stander – Local de venda com especial destaque para o ’stander de carres’. (Ex: ‘Quere comprar um carre nove, mas ainda na fui ó stander’.)

T

Tãinque – Tanque (Ex: ‘Us moces maldeçoades forem ôtra véz tomar banhe pó tãinque’)

Talego – Saco de tecido de fecho com cordão de correr pela boca que se usava para transportar o farnel ou para guardar o pão na cozinha. Também pode designar as mangas de tecido que são enchidas para produzir farinheiras algarvias (de Monchique). Por vezes as próprias farinheiras são chamadas de talegos.

– Teu (Ex: ‘U té pai teve aqui ontre-dias’)

Té-diéb – Muito semelhante a Diébe. Muito usado para monstrar indignação perante alguém. (Ex: ‘Té dieb, nam’apoquentes, moce!’)

Tem avonde – Já chega. Diz-se que ‘tem avonde’ quando se quer dizer que uma medida qualquer já é suficiente. (Ex: ‘Jaquim, já tem avonde de sarveja!’)

Teste – tampa de panela.

Tendal – Lençol onde se coloca o pão a descansar antes de ir para o forno.

Tender – Estender a massa do pão andes da cozedura no forno. (Ex: ‘Cumadre, agora na posse falar co’meceia, porque tenhe que tender o pão’)

Tiosque – Quiosque. Hoje em vias de extinção, era outrora o local onde se podiam comprar jornais, revistas, pitaxios, etc.

Tipe – Juntamente com o ‘É assim’, faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. (Ex: ‘É assim… Tipe, táza ver?’)

Tlevezão – Tradução algarvia para televisão (Ex: ‘Caluda, c’u primêre menistre vai falar na tlevezão’)

Tonhe – António (ex: ‘U Tonhe já anda metide no madronhe outra vez’)

Tosquia – Ato de cortar o cabelo. Ex: ‘O chique foi à tosquia’)

Tôca do forne – Esfregona feita com trapos velhos com que se limpam os fornos de lenha antes cozer o pão.

Tramôces – Tremoços (Ex: ‘Ti-Tonhe, dê-m’aí uns tramôces pra companha da sarveja’)

Trinca-espinhas – Pessoa magra de fraca aparência, lingrinhas. Pior que ‘Sequinhe’. (Ex: ‘O Afonse foi sempre um trinca-espinhas’)

Treuze – Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.

Tu-nouves? – Tu não ouves? (Ex: ‘Ó Meguel, atã tu-nouves é’chamar per ti?’)

U

U – O (Ex: ‘U presidente vem cá despôs d’amanhã’)

V

Vossemeceia – O mesmo que Meceia, vossemecê (Ex: ‘Compadre, vocemesseia na tem adube pás melanças?’)

Z

Zorra – Raposa ou mulher elegante mas matreira. (Ex: ‘A Mari-Luísa é cum’uma zorra’)

 

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Sugestões para o fim de semana em Portimão (24 e 25 de Setembro de 2011)

  • Amanhã, sábado 24, às 21h30 no Tempo (Teatro Municipal de Portimão) temos CePiaXiíCatu: música com Gilberto Mauro e Ricardo Gracia;

  • Na Quinta Pedagógicapasseios de égua, burro e pónei também amanhã pelas 11h00 para a pequenada;

  • No Clube de Ténis de Portimão e Rocha e durante todo o fim de semana, há o “Master Pacific Junior Open(sim, com um título todo pomposo em inglês, precisamente porque estamos em Portugal…)

BOM FIM DE SEMANA!

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23 de Setembro, dia de Equinócio – Chegou o Outono

Caldas de Monchique - cascata com musgo

Na astronomia (por favor, não confundir com essa aberração a que dão o nome de astrologia), equinócio é definido como o instante em que o Sol, na sua órbita aparente, (como vista da Terra), cruza o plano do equador celeste. Ou seja, é o ponto no qual a eclíptica cruza o equador celeste.

A palavra equinócio vem do Latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa “noites iguais”, ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do Sol (alvorada ou dilúculo) é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do Sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.

Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro quando definem mudanças de estação. Em março, o equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul.

Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do outono no hemisfério norte e da primavera  no hemisfério sul.

Ribeira perto de Monchique

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Alma do tempo – O que se diz por aí… (setembro 2011)

Eis uma nova “rúbrica” neste blog… Será curioso ‘voltar atrás’ no tempo daqui a uns anos e ver o que se dizia por aí…

‘Governantes dos últimos 10 anos deviam ser julgados’

Jogos Sociais e património da Santa Casa entram no Orçamento do Estado

Satélite da NASA incontrolável chega à Terra sexta-feira

Jornal «LA Times» elogia obra de Manoel de Oliveira

Primeiro filme de Manoel de Oliveira foi há 80 anos

A China “está a comprar a Europa”, alerta estudo europeu

Portugal é o país da Europa com mais autoestradas

Portimão vai ter novo posto de turismo no centro da cidade

Angela Merkel (chanceler alemã) sugere perda de soberania para quem não cumprir critérios de estabilidade

Ministros polacos rezam para que União Europeia não se desmorone

Vale tudo caralho” – Uma nova marca japonesa de roupa para jovens

PSD acusa Câmara Municipal de Portimão de querer vender edifício que já não lhe pertence

(Portimão) Carros de volta à Casa Inglesa

Cesária Évora põe fim à carreira por motivos de saúde

Cuba autoriza compra e venda de carros

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GT Open – Vamos às corridas de carros no autódromo de Portimão?

É já este fim de semana!!!

O Autódromo Internacional do Algarve vai oferecer a todos os munícipes de Portimão bilhetes de fim-de-semana para o Internacional GT Open que tem lugar no próximo fim-de-semana de 16 a 18 de Setembro.

Para receber o bilhete para a Bancada Algarve, o munícipe deve deslocar-se à loja do AIA e apresentar o Cartão de Eleitor que comprova a residência no concelho.

Esta iniciativa visa proporcionar a todos os Portimonenses a oportunidade de desfrutar de um fim-de-semana de corridas espectaculares e viver emoções únicas.
Para mais informações:
Rute Vieira – media@autodromodoalgarve.com
Páginas internet: http://www.gtopenportimao.com e http://www.autodromodoalgarve.com

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Músicos com garra: A Quadrilha – Não dêem cabo do mundo

Pese embora os problemas financeiros do país e muito especialmente aqui do município de Portimão, O Festival da Sardinha de 2011 está aí em pleno gás.

Musicalmente falando, e para meu próprio deleite, teremos hoje a visita da banda liderada pelo Sebastião Antunes “A Quadrilha“. É uma excelente oportunidade para reviver alguns dos seus êxitos de sempre com destaque eterno para os temas “Ai Caramba” e para este “Não dêem cabo do mundo”.

Em tempo de crise, há que aproveitar! 5 euros com direito a cheirinho de sardinha assada! 😉

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ATUALIZAÇÃO:

Encontrei uma versão dos aveirenses Banda Polk num concerto de tributo aos Quadrilha precisamente com este mesmo tema que é de se lhe tirar o chapéu! Oram apreciem:

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26 de Julho – Dia dos avós

Avô Américo Madeira

O dia dos avós tem uma origem relativamente obscura no seio das tradições primitivas católicas orientais, dificilmente associado a relatos bíblicos que o possam dar uma legítima identidade plenamente cristã. Contudo, a existência de semelhante dia leva cada um de nós invariavelmente a recordar os pais dos nossos progenitores.

No meu caso, tenho a sorte de ainda ter ambos os avós maternos perto de mim, (o António Branco e a Rosa “Branca”) mas no caso dos avós paternos tive a felicidade de conhecer apenas a minha avó Teresa, mas não consegui vir ao mundo a tempo de conhecer o meu avô Américo (temporalmente, nunca teria sido mesmo possível)

Foi no entanto uma história curiosa, a forma como pela primeira vez tomei conhecimento de como seria a figura do meu avô Américo. No local onde trabalho existe uma galeria temporária de exposições, onde são expostas obras de arte, principalmente pinturas, fotografias, mas também esculturas entre outras.

Numa das exposições, organizada pelo Museu Municipal de Portimão, com o tema “Portimão, Outros tempos, Outros transportes”, entre 17 de Setembro e 18 de Outubro de 2002, foi incluída uma foto que, muito recentemente, vim a saber tratar-se do meu avô Américo Madeira. Ou seja, há cerca de 10 meses atrás que vim a saber que, em 2002, a foto do meu avô que eu nunca havia conhecido, estivera exposta no edifício onde exerço a minha profissão todos os dias…

Assim, 8 anos depois, comecei uma pequena odisseia pessoal para tentar encontrar de novo uma cópia dessa foto, de forma a poder finalmente obter uma foto do meu avô…

Ironicamente, a rede social Facebook veio ajudar-me na resolução do problema… Acontece que a referida foto (que, convenhamos, é “castiça”) havia sido publicada no grupo “Costumes e Tradições de Portimão“, pois representa (e muito bem) parte de uma época cuja existência, fatalmente, nunca mais terá lugar na minha cidade natal (Portimão).

O meu avô Américo, segundo sei, era vendedor de carvão e petróleo, e, com o auxílio da sua carroça puxada por uma mula, andava pelas ruas de Portimão a tocar a corneta com que se anunciava aos potenciais compradores.

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Correr meia maratona por uma causa justa: apoiem as crianças com doença de Crohn

Directamente de Newcastle (em terras de Sua Majestade), chega-me a mensagem da Cristina que vai literalmente dar o corpo ao manifesto e correr os 21 quilómetros da meia maratona de Newcastle já em Setembro próximo.

Nesta meia maratona, para além de cada corredor participar com as suas próprias pernas (e pés), os concorrentes apoiam individualmente uma organização de caridade. No caso da Cristina, trata-se das crianças com doença de Crohn e colite ulcerosa. (provavelmente o que lhe terá levado a escolher esta causa, terá sido o facto de um dos seus amigos em Newcastle ter um filhote agora com 4 anos que é paciente desta doença…)

Na primeira pessoa:

“Correr para mim é 5 estrelas.. dá-me uma energia fantástica, ajuda-me a ver livre das torturas todas do dia de trabalho, relaxa-me mesmo.. Ora se a isto tudo ainda conseguir juntar o facto de ajudar estas crianças enquanto corro, melhor ainda! 🙂

Qualquer ajuda que possam dar é fantástica, mesmo! :)”

Ok, e como podemos nós ajudar, mesmo sabendo que estamos a tantos quilómetros de distância?

É simples: A Cristina escolheu a CICRA (Crohn’s In Childhood Research Association) como instituição beneficiária dos donativos angariados até ao dia da corrida, o mesmo é dizer que, até ao dia 18 de Setembro de 2011, todo o montante amealhado pela Cristina, segue directamente para a CICRA.

O alvo é conseguir 500 libras, pelo que, da nossa parte, basta fazer uma transferência, mesmo que pequena (sei lá, 5, 10 ou 20 euros?) através da página que a Cristina criou para o efeito no seguinte endereço:

http://www.justgiving.com/cristina-almeida/


P.S. – E porque HOJE é o dia de aniversário da Cristina, aproveitem a deixem uma mensagem de FELIZ ANIVERSÁRIO no seu blog aqui: -> http://curlydaisy.blogspot.com/


ACTUALIZAÇÃO (2011-07-25): A página de donativos estará activa até finais de Outubro! E quem pretender fazer mais do que um donativo, é sempre bem-vindo!

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