Por favor poupem-me à TRETA do halloween!

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3 thoughts on “Por favor poupem-me à TRETA do halloween!

  1. Jorge Ferreira

    LOL!!! E ainda por cima quando esta noite foi completamente deturpada e afastada da sua real origem:

    “A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às actuais abóboras ou da famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente “fim do verão”).

    A celebração do Halloween tem duas origens que no percurso da História foram-se misturando (atenção – retirado da Wikipédia):

    Origem Pagã
    A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objectivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de Novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam “o céu e a terra” (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. A festa era celebrada com galinhas presididos pelos sacerdotes druidas, que actuavam como “médiuns” entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo.

    Origem Católica
    Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão) num templo cristão e o dedicou a “Todos os Santos”, a todos os que nos precederam na fé. A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III († 741) mudou a data para 1º de Novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de Outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra actual “Halloween”.”

    De qualquer forma não deixa de ser curioso como o bicho homem consegue alterar o significado das coisas a seu bel-prazer e da forma que lhe “dá mais jeito”…

    A todos uma boa “Véspera de Todos os Santos”…

    Jorge Ferreira

  2. Ana

    Excelente comentário!
    Muito elucidativo.

  3. Obrigado Jorge, sem dúvida alguma é bom espalhar a verdade.

    Esta parte é marcadamente esclarecedora: “Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra actual “Halloween”.”

    Pessoalmente, e como apologista da vida, sigo a máxima que, a vida é para os vivos e a morte é para os mortos.

    Em vida, mandam os homens (mal ou bem), já quanto à morte, um dia se há de saber como será. Se não nos é dado a ver o que está para lá desse ponto, por alguma razão assim há de ser. Como seres limitados que somos, temos que saber lidar com as nossas capacidades e lidar com aquilo que nos é possível lidar, mas celebrar o mórbido, não é para mim. 😉

    Grande abraço Jorge e um beijinho Ana!

    Vitor

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